Cresci profissionalmente dentro da área da saúde. Foram mais de vinte anos assumindo responsabilidades cada vez maiores — equipes, operações, transformação organizacional. Hoje ocupo uma posição executiva, mas a forma como enxergo liderança foi construída muito antes do cargo.
Sou farmacêutica com MBA em Gestão, Inovação e Serviços de Saúde. A ciência me deu método. A gestão me deu escala. O que me manteve em movimento foi outra coisa: uma curiosidade insistente sobre o que faz, de fato, um grupo de pessoas prosperar em conjunto.
Decisões técnicas raramente são apenas técnicas. Passam por hierarquias, medos, silêncios. Foi essa percepção — repetida em contextos muito diferentes — que me aproximou do estudo do comportamento humano aplicado à liderança.
